Fábio Dalamaria, da Assembleia de Deus em Curitiba, é curado, após orações, de tumores cerebrais malignos

tumorcerebroFabio Dalamaria, músico e diácono da Assembleia de Deus em Curitiba (PR), passou pelo vale da sombra da morte, e de lá saiu mais vivo do que nunca. Deus o curou de um dos tumores cerebrais mais terríveis, de acordo com a medicina. Dentre os mais de 80 tipos de câncer na cabeça, ele teve o glioblastoma multiforme.

Segundo a oncologia, o tumor em questão é o que tem pior prognóstico dentre os cânceres do sistema nervoso central, apesar da utilização de diversas modalidades terapêuticas, ficando atrás somente do gliomas do tronco cerebral. Para os especialistas, não existe cura, mas sim o que chamam de “sobrevida”, isto é, a perspectiva de um curto período de vida. A taxa de sobrevivência refere-se à porcentagem de pacientes com o mesmo quadro que vive após ser diagnosticado. No caso do diácono Fábio Dalamaria, o prognóstico, ou sentença, era de apenas quatro meses de vida, já que a enfermidade estava em estágio bem avençado.

“Mas, Deus me curou e, hoje, eu já tenho mais de dois anos de cura! O que é um mistério para os médicos, para mim, é um milagre de Deus”, testemunha Fábio.

Tudo começou com uma AVC em 2006, Fábio conta que, em uma fatídica segunda-feira sentiu sua perna e braço esquerdo paralisarem e ficarem “dormentes”. Ao procurar um especialista, logo lhe foi recomendado um neurocirurgião, o qual, analisando a tomografia, disse as palavras mais duras que Fábio já tinha ouvido em toda sua vida: “Infelizmente, os exames indicam que você tem um tumor cerebral muito grave”.

“Parecia mentira o que eu estava ouvindo. Aquele momento parou. Mal podia ouvir a voz do médico. Saí fora de mim. ‘Logo comigo?’, pensei. Aqueles foram, com certeza, os piores dias da minha vida. Eu não acordava daquele pesadelo”, relembra.

Ao ser encaminhado para o Hospital Angelina Caron, na região metropolitana de Curitiba, em pouco tempo fora operado. E para a alegria de todos, a recuperação foi surpreendentemente boa.

Contudo, quando parecia que o pior tinha passado, em 2008, alguns sintomas o levaram a novamente procurar os médicos que o tinham operado. “Na sala do Hospital das Nações em Curitiba, o médico olhou a ressonância, deu uma ‘pausa’ familiar e foi direto ao resultado. Sem rodeios, falou: o tumor resistiu. Vamos ter que operar imediatamente”, conta Fábio.

Após três dias, quando saiu o resultado, foi então constatado o devastador tumor glioblastoma multiforme. E pior: o caso de Fábio já estava no estágio classificado como sendo “de último grau”.

“Como se não estivesse presente, o doutor comentou com a minha filha de forma ainda mais fatalista: ‘Infelizmente, seu pai terá sobrevida de não mais do que quatro meses. Faremos o que for possível para dar um pouco de qualidade de vida para ele durante esse período’”.

Luciele, que completava seu tão esperado aniversário de 18 anos. Ouvia que não tinha mais tempo para conviver com o pai. E que “ainda que o penoso tratamento desse o melhor resultado possível, seu pai teria grandes e permanentes sequelas, deformidades e limitações físicas sérias”.

Sua esposa, a irmã Vera Lucia, recorda que esse dia foi marcado por muita dor, mas ainda mais por fé!

“Foi muito difícil, cruel mesmo. Não dá nem para descrever como foi assustador ter que passar para os nossos três filhos naquele momento a notícia. E com ela a fé da qual nós sempre falávamos”, conta Vera às lágrimas. “Mas era a hora de aprender na prática. Hoje, eu vejo o quanto eles aprenderam a orar e a depender de Deus em tudo”, completa.

Após uma mês dessa sentença, vieram as dolorosas trinta e cinco sessões de radioterapia, com todos os sintomas desagradáveis que ela traz: dores de cabeça, cansaço, fraquezas, tonturas e mal estar.

“Todos os dias, eu era levado por minha esposa ao hospital. Eu era como um ‘zumbi’. Não tinha planos, não tinha sonhos, no momento nem podia saber se eu tinha vida”, desabafa Fábio. “Mas, o meu Deus, que é o Médico dos médicos, o Salvador que me criou, também me curou totalmente! Ele me salvou de novo! Permitiu continuar neste mundo, fazendo a Sua obra e testemunhando que Ele ainda é o mesmo e continua curando”, celebra.

Segundo a irmã Vera, o aviso do médico era claro que, na melhor das hipóteses, ele ficaria com o lado esquerdo totalmente paralisado. “Nessa época, eu já quase não conseguia dormir. Em uma madrugada, conversei com o Senhor: ‘Deus, quando eu tinha 15 anos, eu pedi a Ti um marido e o Senhor me deu. Por favor, não me tira ele agora!’”, compartilha Vera, emocionada.

Simplesmente, eles não aceitaram que a sentença final viria de um homem e, então, começaram a orar ainda mais, reuniam amigos em casa para orar, igrejas de amigos para orar, pastores, vizinhos, clientes e irmãos espalhados pelo Brasil. Foi quando Deus usou uma irmã, que orou e sentiu a cura. Desde então, o homem de apenas quatro meses de vida nunca mais teve sinal de tumor. Há mais de dois anos ele vem maravilhando os médicos. Está em perfeito estado de saúde e sem nenhuma sequela. Recentemente, fez uma ressonância que deixou a neurologista intrigada. “Quando eu ouvi o que a médica disse, eu quis gritar para o mundo inteiro ouvir! Eu divulguei na igreja, internet, fiz tudo que eu pude para testemunhar sobre o poder de Deus. O Todo-Poderoso é o mesmo. Ele ainda opera milagres e maravilhas!”, celebra Fábio.

Por, Mensageiro da Paz

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